sábado, 26 de janeiro de 2008

Receitas Otimas

Frango Assado a Moda da Ana
INGREDIENTES: para 4 pessoas 8 pernas de frango 2 pacotes de natas 1 pacote de sopa de cebola especiarias qb leite qb PREPARAÇÃO: temperar as pernas de frango a gosto mas não colocar sal, pq a sopa de cebola já garante o sabor. colocar as pernas num tabuleiro para ir ao forno, polvilhar com a sopa de cebola e regar com as natas. levar ao forno cerca de uma hora/hora e meia e ir virando as pernas e acrescentar leite qd necessário para garantir a concistência do molho.

Spaghetti à Bolonhesa
INGREDIENTES: 300g de carne de vitela picada 100g de carne de porco picada 100g de toucinho 400g de esparguete 2 cebolas 2 dentes de alho 400g de tomate fresco 1 cenoura 3 talos de aipo 3 colheres(sopa) de azeite 1dl de vinho branco 1 colher(café) de açúcar 1,5dl de caldo de carne 2 colheres(sopa) de concentrado de tomate salsa fresca, oregãos secos, sal e pimenta q.b. PREPARAÇÃO: Corte o toucinho em pequenos pedacinhos. Derreta-os no azeite numa frigideira grande. Junte a cebola e o alho picados e deixe refogar. Junte as carnes picadas. Mexa bem com uma colher de pau, até a carne ficar acastanhada. Corte os talos de aipo, em pedacinhos, e rale a cenoura. Junte-os ao preparado. Regue com vinho e deixe evaporar mantendo o recepiente destapado. Retire a pele e as sementes ao tomate bem maduro, corte-o em pedacinhos e adicione-o á carne. Junte agora o caldo de carne. Vá mexendo e esmague o tomate o mais possivel, com a colher de pau. Adicione, ainda, o concentrado de tomate, tempere com sal, pimenta eo açúcar. Deixe cozinhar, durante cerca de 20 minutos, em lume brando. Pique a salsa e espalhe sobre o molho. Pouco antes de desligar o lume, polvilhe com os oregãos. Sirva bem quente sobre o spaghetti al dente. N.B. Pode preparar este prato só com carne de vitela. Mas a adição de carne de porco transmite ao cozinhado mais sabor.

bife gratinado com bacon e camarao
(para 4 pessoas) 4 bifes de vaca grandes uma lata de cogumelos uma lata de ananás miolo de camarão 8 fatias de queijo 8 fatias de fiambre de frango 4 fatias de bacon 3 pacotes de nata 100g de queijo ralado especiarias para temperar azeite Colocar num prato o bife, colocar por cima 2 fatias de fiambre, duas fatias de queijo, cogumelos e miolo de camarão, enrolar, colocar a fatia de bacon a volta e prender tudo com palitos. fazer o mesmo aos outros três e fritar em óleo. Após estarem fritos, colocar num pirex para ir ao forno, colocar no pirex o resto dos cogumelos, do miolo de camarão, e o anánas aos cubos. regar com as natas, e polvilhar com o queijo. Levar ao forno durante 20 minutos a 180º C


Frango á moda da jéjé
INGREDIENTES: 1 frango 2 ou 3 cebolas 1 ou 2 cenouras ,conforme o tamanho 1 cerveja branca sal q.b. ovos ,pão ralado e oleo q.b. MODO DE CONFECÇÃO: Parta o frango aos bocadinhos e tempere de sal leve ao lume um tacho com as cebolas partidas aos quartos ,a cenoura partida aos bocadinhos e a cerveja.Deixe estufar alguns minutos e junte o frango , deixe em lume brando,mas não deixe o frango cozer demais ,retire -o e reserve o molho .quando o frango estiver frio passe-o pelo pão ralado e frite no oleo .passe pela varinha mágica o molho que reservou e com ele pode fazer um arroz . Observações: pode acompanhar o frango com o arroz feito com o molho ou com arroz branco ,batatas fritas ou esparguete e regar com o molho.

Bife à portuguesa
Ingredientes: 2 bifes da vazia 2 dentes de alho 2 dl azeite 2 fatias presunto batata(s) cozida(s) sal Pimenta Modo de Confecção: Tempera-se o bife com sal e pimenta. Numa frigideira, coloca-se o azeite e os dentes de alho previamente esmagados com a lâmina de uma faca. Quanto o azeite estiver bem quente, coloca-se o bife, virando rapidamente de modo a que ganhe uma crosta exterior de ambos os lados, sem queimar. Baixa-se a intensidade do lume e coloca-se a fatia de presunto sobre o bife, a meio da cozedura. À parte, passa-se por manteiga quente as batatas cozidas cortadas às rodelas e colocam-se à volta do bife.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Wanderley Silva 38 Lutas








Wanderlei x Ricardo Arona - PRIDE-Shockwave 2005
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Wanderlei x Ricardo Arona - PRIDE-Final Conflict 2005
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Wanderlei x Hidehiko Yoshida - PRIDE-Total Elimination 2005
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Wanderlei x Mark Hunt - PRIDE-Shockwave 2004
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Wanderlei x Yuki Kondo - PRIDE-Final Conflict 2004
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Wanderlei x Ikuhisa Minowa - PRIDE-Bushido 2
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Wanderlei x Quinton Jackson - PRIDE-Final Conflict 2003
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Wanderlei x Hiromitsu Kanehara - PRIDE 23-Championship Chaos
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Wanderlei x Mirko Filipovic - PRIDE 20-Armed and Ready
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Wanderlei x Kazushi Sakuraba - PRIDE 17-Championship Chaos
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Wanderlei x Shungo Oyama - PRIDE 14-Clash of the Titans
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Wanderlei x Dan Henderson - PRIDE 12-Cold Fury
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Wanderlei x Guy Mezger - PRIDE 10-Return of the Warriors
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Wanderlei x Todd Medina - Meca 2
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Wanderlei x Tito Ortiz - UFC 25-Ultimate Japan
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Wanderlei x Bob Schrijber - PRIDE Grand Prix 2000-Opening Round
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Wanderlei x Daijiro Matsui - PRIDE 8
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Wanderlei x Carl Malenko - PRIDE 7
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Wanderlei x Tony Petarra - UFC 20-Battle for the Gold
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Wanderlei x Eugene Jackson - IVC 10-World Class Champions
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Wanderlei x Adrian Serrano - IVC 9-The Revenge
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Wanderlei x Vitor Belfort - UFC Brazil
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Wanderlei x Mike Van Arsdale - IVC 6-The Challenge
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Wanderlei x Sean Bormet - IVC 2-A Question of Pride
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Wanderlei x Dilson Filho - BVF 6
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Wanderlei x Adriano Verdelli
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Briga com Rampage - Pride 25
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Wanderlei Silva Documentário e Biografia (Sherdog)
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Wanderlei no Panico na TV
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K-1 World Gp 2007
















Semmy Schilt vs Ray Sefo
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Musashi vs Yusuke Fujimoto (Round Extra)
Parte 1 -
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(Round Extra) -
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Ruslan Karaev vs Badr Hari
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Choi Hong-Man vs Mighty Mo
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Jerome LeBanner vs Junichi Sawayashiki
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Gokhan Saki vs Hiromi Amada
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Cyril Abidi vs Mitsuga Noda
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Hiraku Hori vs Alexandre Pitchkounov
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Vale Tudo

Marco RuasPor: Gleidson Venga
Lutador fala sobre aquela que pode ser sua última luta
Marco Ruas está sem lutar desde 2001, quando finalizou Jason Lambert. Neste sábado, o criador do Ruas Vale Tudo irá enfrentar Maurice Smith na super luta da International Fight League (IFL). O ídolo brasileiro está pronto para o desafio e confessa que esta pode ser sua despedida dos ringues.Como está a expectativa em voltar a lutar depois de tanto tempo?Eu to naquela ralação, treinando muito. Bateu até uma certa tensão, já que faz seis anos que eu não luto, parece tudo novo. Mas treinei bastante, me dediquei muito nos treinamentos. Eu só vinha dando aula, agora mudou. Apesar de sempre me manter em forma, nunca deixei meu shape cair, mas treinar para uma luta é totalmente diferente. O treinamento pro vale tudo exige um esforço muito grande, já que tem que misturar todas as disciplinas. Mas eu estou feliz em voltar aos ringues depois de tanto tempo, é um desafio pra mim. Estou feliz por ter tido essa oportunidade, recebi o convite e mais uma vez o destino apareceu pra mim, então vou aproveitar.Como na década de 90, você está treinando para essa luta com o Pedro Rizzo, Beto Leitão, Antoine Jaoude e Rodrigo Ruas, entre outros. Você se sente como se estivesse voltando no tempo?É verdade, aquilo tudo volta. Aquele espírito de guerreiro, de lutador, aparece de novo. Poder voltar aos ringues me dá uma emoção muito boa. Não vejo a hora de lutar. A expectativa inclusive aumenta porque o time vai lutar também. Vai ser um grande desafio.Maurice Smith o venceu no UFC, então além da expectativa pela volta aos ringues, haverá também a chance de uma revanche.Sem duvida, há esse fator também. Quando eu lutei com ele antes eu estava machucado e isso foi muito frustrante pra mim. Essa luta tem vários ingredientes. Dessa vez só saio dali nocauteado, porque agora não estou com o joelho machucado, nem nada. Agora é vencer ou vencer. Lógico que nesse esporte tudo pode acontecer, mas estou preparado pra vencer, porque eu treinei duro. Só saio dali desmaiado, porque eu não vou parar. Não vou desistir.Como foram os treinos pra luta?Os treinos foram duríssimos, foi a pior parte. Acho que o que pega quando você aceita voltar a lutar é a rotina de treinos. Eu tive que parar de dar aula e eu tinha bastante aula. Agora eu treino, volto pra casa, como, descanso e treino de novo. Vira aquela rotina e vai se tornando cansativo. Então eu treino duro, tem hora que canso, mas então eu vou melhorando e acabo me empolgando. Porque você chega, faz três rounds no treino e cansa, mas depois consegue fazer quatro ou cinco, isso é muito bom. Eu me preparei pra lutar até o fim, só que espero vencer antes. Tudo pode acontecer, mas treinei pra lutar os cinco rounds.Vocês dois estão sem lutar há muito tempo, mas você vem se mantendo em forma por todos esses anos. Você acha que o Smith sentirá mais essa falta de ritmo?Ele é um lutador bem inteligente, ele sabe se poupar. Eu acho que ele vai se poupar, não vai com tudo pra cima, então eu vou ter que imprimir o ritmo. Da última vez que eu o vi, ele estava acima do peso, acho que deu uma relaxada. Por eu estar sempre treinando e dando aula, eu consigo me manter no peso. Já ele acho que vai ter dois trabalhos, perder o peso e entrar em forma. Ele é um atleta que já fez muitas lutas, pra ele isso é business, não é como pro brasileiro, que isso é como se fosse vida ou morte. Ele tem uma cabeça mais fresca nesse sentido. Eu não sei como estão os treinos dele, nem estou preocupado com isso. Acho que ele está sem lutar vale tudo o mesmo tempo que eu, mas fez umas duas lutas de kickboxing depois. Essa será sua última luta ou você poderá fazer mais algum combate?Eu acho que vou parar. Claro que até pode surgir uma proposta de lutar de novo, mas pra mim é muito duro. Você pára e acaba mudando a rotina da sua família toda. Eu tive que parar a academia e os alunos perguntam muito por mim, eles passam a depender da gente. Muitos ali se mantêm em forma por causa dos meus treinamentos, eu tenho alunos que estão comigo há seis anos. Pra mim não dá mais pra fazer uma carreira com essa idade. Se fosse pra levar na coxa, no foda-se, até dava. Eu encontrei com um lutador quase da minha idade que foi lutar no Pride, eu perguntei pra ele se ele tinha treinado bem, então o cara me disse que treinou só cinco dias! O cara foi lutar pelo dinheiro. Por mais que você tenha técnica e coração, é muito difícil conseguir uma vitória com cinco dias de treinamento. Se pra um cara novo já é difícil, imagina pra um da minha idade. O cara foi lá pelo cheque, mas pra mim a vitória é mais importante. Se o cara vier pra mim e perguntar se eu quero um cheque ou a vitória, é lógico que vou escolher a vitória. Pra nós que somos lutadores, não há coisa mais gostosa do que o sabor da vitória. Eu já senti o gosto da vitória e da derrota, sei que o da vitória é muito melhor. Melhor do que dinheiro, do que qualquer coisa. Você viveu uma situação muito delicada nos últimos dias com o suicídio de um integrante do seu time, o Jeremy Willians. Como seus atletas lidaram com isso?Foi uma perda muito grande, todo mundo ficou abalado. Ele era um cara gente fina, cheio de vida e potencial. Eu botei ele no meu time porque ele tinha muito potencial, tanto em pé quanto no chão, era um cara cheio de talento. Era um garoto muito educado. Não consigo entender porque ele fez isso. Todo mundo lamentou essa perda. Agora a gente vai ter que superar, todos vão dar o seu melhor e dedicar a vitória pra ele. A gente não pode se abalar por isso, pelo contrário, nós vamos correr atrás dessa vitória e dedicar a ele. Sua equipe, os Condors, vai encarar os Razorclaws, do Frank Shamrock, no mesmo dia da sua luta. O que você espera desse confronto?A gente tem grandes chances de ganhar esse confronto. Eu mudei o Justin Levens de categoria e botei um cara novo na outra. Nós temos grandes chances, se a gente vencer, nos classificamos. Todo mundo está muito bem. Estou vendo se trago o Eric Tavares pra cá, pra colocá-lo no time. Ele está morando aqui nos Estados Unidos, é um garoto raçudo, eu gosto dele. Ele veste a camisa e eu só não o coloquei agora porque não deu tempo.O que você achou do retorno do Pedro Rizzo e o que espera dele daqui pra frente?O Pedro me impressionou. Um cara que vinha de duas derrotas, ainda mais por nocaute, se superou. Ele foi muito agressivo, partiu pra cima, derrubou, fez ground and pound, foi pras costas, foi agressivo o tempo todo. Ele procurou a luta o tempo todo. Foi muito importante essa vitória. Quando você vem de uma derrota, por mais que você não queira, acaba pensando que pode tomar uma bomba de novo. Ele conseguiu limpar isso da mente dele e foi pra luta mesmo. Eu fiquei muito empolgado, ele também se empolgou, então foi muito bom. Com a idade que ele tem, com o potencial que ele tem, não pode se poupar. O cara treina que nem um louco, então continuando assim ele vai poder sempre mostrar nos ringues esse potencial que ele tem. Se ele botar no ringue tudo que ele treina, aí fudeu, não tem pra ninguém, engole todo mundo. Estou bem empolgado com ele. A luta foi boa porque ele fez três rounds e o cara não vendeu barato. O Justin Eilers foi pro pau, tomou knockdown, mas não parou, foi bem raçudo. Ele foi pra vencer o Pedro, não se entregou.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Filmes Gratis



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Diamante de Sangue Áudio: InglêsLegenda: PortuguêsFormato: RMVBTamanho: 311 MbLink

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domingo, 20 de janeiro de 2008

Baloeiros






















Origami é a arte da dobradura de papel. "Ori" significa dobrar, e "Kami", papel. Quando ambas palavras se juntam, o "k" torna-se "g", sendo assim, "orikami" torna-se "origami".

No ano 105, T’sai Lao, administrador no palácio do imperador chinês, começou a misturar cascas de árvores, panos e redes de pesca para substituir a sofisticada seda que se utilizava para escrever. Ele, com certeza, não poderia imaginar a utilização que a humanidade faria desse invento chamado papel. O império chinês manteve segredo sobre as técnicas de fabricação do papel durante séculos, pois exportava esse material a preços altos. No século VII, por intermédio de monges coreanos, a técnica para fabricar papel chegou ao Japão como "um negócio da China", e um século mais tarde, os árabes obtiveram o segredo desse processo. Na Europa a técnica chegou por volta do século XII e, dois séculos depois, já se espalhava por todos os reinos cristãos.

Nem sempre o papel teve boa qualidade. Exceto na China e no Japão, onde desde os primeiros momentos era possível a prática de dobrá-lo, no resto do mundo, principalmente na Europa, o papel era grosso e frágil, dificultando a prática de dobraduras. Só a partir do século XIV, conseguiu-se fabricar um papel mais fino e flexível na Europa. Mas o altíssimo custo para sua fabricação era também obstáculo para a popularização do origami.

Não se sabe quem criou muitos origami, pois muitos deles foram passados por várias pessoas até a forma final. Isto ocorreu com a criação do "orizuru", e acredita-se que esta era a essência do origami, a união de várias pessoas para a criação. Pode-se dizer que estes origami são uma das heranças peculiares mais antigas do país.

Segundo alguns estudiosos, as primeiras figuras de origami surgiram na Antigüidade, por volta do século VI, quando um monge budista trouxe para o Japão o método de fabricação do papel da China, via Coréia, onde até então não era conhecido.

No início, tinha caráter simbólico nos rituais das cerimônias xintoístas. Os noshi, oferendas que se faziam nos templos, eram envoltos em papel, cuja função era separar o puro do impuro. A evolução desses envoltórios com dobras cada vez mais complexas e atraentes foi tanta que o origami deixou de ser um meio para converter-se num fim. Assim, foram sendo apresentados de maneiras diferentes, seguindo algumas regras básicas, respeitadas por todos que dobravam. Uma tradição que tem raiz no século XII. Também nessa época constatou-se a existência de um rito matrimonial em que papéis eram dobrados partindo da base do balão, simbolizando os noivos (mariposas). As mariposas – macho e fêmea – envolviam as garrafas de saquê, simbolizando a união.

Nesta época, quando o Estado e a religião era um só, Seisei Ichi, os origami representavam a natureza das cerimônias religiosas. Dizem que foi utilizado para transmitir ou registrar a intenção da cerimônia religiosa. Porém, estes origami eram uma mistura de origami com kirigami, que é a arte de formar figuras através de recortes de papéis. Estes origami eram confeccionados utilizando-se papéis manufaturados especialmente para o uso das sacerdotes xintoístas.

Recortavam-se os papéis quadrados ou retângulos em forma de raio, dobrando-se a seguir em formato de tempo, ou de nusa ou shide, objetos utilizados durante as cerimônias. E ainda, nos Katashiro utilizado em harai, bonecos de papel utilizados no Hinamatsuri (festival das bonecas), o monkirigata que é o protótipo do emblema, todos eles eram feitos seguindo o método kirikomi origami, que é "origami com recortes".




















"Os katashiro são, ainda hoje, colocados nos templos xintoístas no lugar da divindade, tomando a sua forma. O mais antigo katashiro de origami se encontra no Ise Jingu, província de Mie, portanto se diz que a história do origami é tão antiga quanto a história do Japão."(Kanegae,1988)

Estes tipos de origami são considerados um clássico da arte, e vem sendo ensinado até hoje aos alunos na Escola Ogasawara de etiquetas.

Na Europa, sem esse sentido religioso, existia no século XVI o costume dos estudantes da Universidade de Pádua que, ao visitar seus professores, deixavam um cartão de visita com seu nome,dobrado de forma a expressar um sentimento ou intenção.

O nó pentagonal que os japoneses usavam para escrever suas orações era conhecido na Europa desde o século XII, principalmente entre os estudiosos de Geometria.

A dessacralização do origami ganhou terreno paralelamente à redução dos custos. As classes mais populares começaram a ter acesso a essa prática e logo suas técnicas foram bastante disseminadas.

As figuras representavam objetos da vida diária (capacete de samurai, bonecas, barcos etc.). Muitas dessas peças são dobradas até os dias de hoje. A beleza das peças, em grande parte, vem da leveza do papel artesanal utilizado em sua confecção.

A semelhança entre as figuras japonesas e as tradicionais figuras européias pode ter acontecido por uma comunicação direta feita entre missionários e comerciantes. Ambas as tradições têm figuras iguais, com predominância das dobradas com ângulos de 45 graus. Algumas estão documentadas na Europa desde o século XVII. A pajarita (passarinho) espanhola passou a denominar todas as figuras dobradas na Espanha. Os espanhóis acreditam ser, no contexto europeu, o povo que com mais força manteve essa tradição.

Outro origami formal utilizado até os dias de hoje é o noshi, um ornamento colocado sobre o embrulho de presente, significando que a pessoa deseja muita fortuna para a pessoa presenteada. Os japoneses diziam que todo presente deveria ser embrulhado em papel puramente branco, e como não é possível, utilizasse o noshi simbolizando este branco do costume japonês. A raça japonesa considera o branco como algo sagrado. Dizem que no mundo os japoneses e coreanos são os únicos povos que adoram o branco.

Os princípios básicos ditam que o origami deve ser confeccionado a partir de um papel plano, bidimensional, a fim de que o resultado seja um objeto com três dimensões, sem utilizar-se de outros materiais como tesoura, cola ou similares. A partir do século XVII, estas rígidas regras foram um pouco alteradas, dando a liberdade de se utilizar pequenos cortes, desde que feitos no início do processo.

















O origami recreativo conhecido atualmente teve origem na Era Heian (794-1192), época em que o origami deixa de ser formal para ser mais recreativo, evoluindo para as formas de garças, barco e bonecas.

Segundo pesquisador conceituado das origens do origami, professor Massao Okamura de 65 anos, o origami teve início no século XVII pelos samurais. Foram eles que deram os primeiros passos para o formato dos origami atuais. E o interessante, é que ao contrário dos dias de hoje, em que o origami é visto como uma atividade infantil, até meados do início do século XIX, era considerado como um passatempo divertido e interessante restrito aos adultos, principalmente devido ao valor muito caro da matéria-prima.

A partir da fabricação do papel no Japão, a população japonesa passa a conhecer e aprimorar o origami, e transmitindo de pai para filho. Durante a Era Edo (1590-1868), o origami passa a ser praticado principalmente pelas mulheres e crianças independente da classe social.

Até o final desta era, foram criados aproximadamente setenta tipos de origami, tais como o "tsuru" (grou), sapo, íris, lírio, navio, cesta, balão, homem etc. Estes receberam a denominação de origami, "origaka", "orisue", "tatami-gami" etc.

Na era Meiji (1868-1912) o origami voltou a ser ensinado nas escolas, após sofrer grandes influências do método de origami alemão. Isto porque o origami floresceu no Japão em outros países também ocorreu o mesmo, como na Espanha, onde os primeiros origami foram introduzidos pelos Mouros no século VIII.

Enquanto o intercâmbio internacional tornava o origami conhecido em todo o mundo, após a I Guerra Mundial as aulas de origami foram eliminadas das escolas japonesas, alegando que eram consideradas não-didáticas para o sistema educacional. Este tema ainda vem sendo discutido pois, depois desta retirada o origami se tornou restrito à crianças e ambientes familiares.